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Dr. Raul Carlos Barbosa

Ortopedista e traumatologista especializado em pé e tornozelo.

Formação Acadêmica

Trajetória

Ainda em Goiás, foi chefe do serviço de pé e tornozelo do Hospital de Urgências Governador Octávio Lage, o Hugol, além de médico plantonista no Hospital de Urgências de Goiânia — Hugo — e Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia — Huapa. Agora em Brasília, Dr. Raul Carlos Barbosa atua no Hospital Santa Helena e nas clínicas de ortopedia e traumatologia Sort e Cote Brasília.

Dentre suas publicações, destacam-se a colaboração na obra “Ortopedia e Traumatologia: princípios e práticas” (Artmed, 2016), com o texto “Perna e tornozelo da criança” e o artigo “Transferência do tendão fibular curto em lesões do tendão do calcâneo: avaliação funcional com uso do parafuso de inferência”, publicado na revista “Scientific journal of the foot & ankle”, em 2018.

Além disso, também colaborou no estudo “Avaliação da osteotomia de ressecção para aplainamento do calcâneo na prevenção e tratamento das complicações após atalho cirúrgico”, divulgado na “Revista goiana de Medicina” (2017), e no artigo “Drenagem anômala intraóssea: um caso raro de varizes pré-tibiais”, exibido na “Revista brasileira de ortopedia” de 2015.

Entenda

Esporão é o nome popular dado a algumas calcificações e protuberâncias ósseas que surgem nos pés. Na maior parte das vezes, aquilo que se nota como um osso que cresceu aos poucos na verdade é uma saliência rígida que está na topografia de uma estrutura inflamada, como por exemplo a fáscia plantar. O que se denomina como “Esporão” quase sempre é, na verdade, um sinal de outra doença existente, como, por exemplo, a Fasceíte Plantar e a Tendinopatia insercional do tendão de Aquiles. (RT: Dr. Raul Carlos Barbosa – ortopedista | CRM-DF 22110; RQE 15600)
O problema mais comum, quando analisamos o joanete, é o desvio do hálux (dedão do pé). O desvio do dedão do pé cria leva a uma projeção medial da cabeça do primeiro metatarso, que pelo atrito pode levar a um quadro doloroso na famosa joanete. Esta situação é agravada quando o paciente usa sapatos, principalmente os de bico fino e salto alto, porque a saliência óssea inflamada se esfrega contra o interior do sapato, criando um ciclo vicioso de inflamação e dor. (RT: Dr. Raul Carlos Barbosa – ortopedista | CRM-DF 22110; RQE 15600)
1) Redobre a atenção e cuidados na hora de comprar sapatos. Eles precisam acomodar os pés com conforto para não interferir na distribuição equilibrada do peso do corpo;
2) Lembre-se, na hora de comprar calçados, de que os pés aumentam um pouco de tamanho no fim do dia. Por isso, é sempre melhor que a ponta dos dedos não encoste na frente do sapato;
3) Não use o mesmo par de sapatos ou de tênis por dias seguidos para evitar o atrito sempre no mesmo ponto dos pés;
4) Ande descalço, sempre que possível, especialmente em terrenos irregulares ou na areia, para fortalecer os dedos e articulações dos pés;
5) Aplique gelo sobre o joanete para aliviar a dor e reduzir o processo inflamatório;
6) Procure um ortopedista, se seus pés estiverem doloridos ou notar alguma alteração no seu formato e aparência. Agende sua consulta: (61) 3346-7270 (Asa Sul, Sort) / 3215-0000 (Asa Norte, Hospital Santa Helena). (RT: Dr. Raul Carlos Barbosa – ortopedista | CRM-DF 22110; RQE 15600)
Em alguns casos, os joanetes são assintomáticos, ou seja, não apresentam ou não constituem sintoma. Mas, quando os sintomas se manifestam, os mais comuns são: 1) Saliência óssea parecida com um calo na base do dedão; 2) Dor, rubor e calor na articulação por causa do processo inflamatório na articulação; 3) Formação de calosidades nos dedos comprometidos e na planta dos pés; 4) Espessamento da pele na base do dedão; 5) Rigidez progressiva do dedo deslocado; 6) Deformidades associadas dos outros dedos. Agende sua consulta: (61) 3346-7270(Asa Sul, Sort) / 3215-0000 (Asa Norte, Hospital Santa Helena). (RT: Dr. Raul Carlos Barbosa – ortopedista | CRM-DF 22110; RQE 15600)
O diagnóstico leva em conta os sintomas e a avaliação clínica das estruturas ósseas do pé comprometidas pelo joanete. Exames de raios X costumam ser úteis para determinar a gravidade da lesão e orientar a escolha do tratamento. Agende sua consulta: (61) 3346-7270 (Asa Sul, Sort) / 3215-0000(Asa Norte, Hospital Santa Helena). (RT: Dr. Raul Carlos Barbosa – ortopedista | CRM-DF 22110; RQE 15600)
Não existe tratamento padrão para todos os casos de joanete. O médico avalia as condições e necessidades de cada paciente, como faixa de idade, estilo de vida, estado geral de saúde, intensidade dos sintomas, por exemplo, antes de propor um tratamento conservador ou cirúrgico. O tratamento conservador não visa à correção da deformidade, podendo atuar de forma paliativa. A proposta é aliviar os sintomas e impedir a progressão do desvio. Agende sua consulta: (61) 3346-7270 (Asa Sul, Sort) / 3215-0000 (Asa Norte, Hospital Santa Helena). (RT: Dr. Raul Carlos Barbosa – ortopedista | CRM-DF 22110; RQE 15600)
Graus de severidade do joanete levam em conta parâmetros angulares medidos em uma radiografia com carga dos pés. Na qual avaliamos os ângulos Intermetarsiano, o ângulo de valgismo da artibulacao metarsofalangica (articulação do dedão), o ângulo articular metatarsal distal e o ângulo interfalangico. Além de uma avaliação minuciosa do quadro clínico do paciente. A depender da gravidade existem inúmeras técnicas para cada caso em especial. Caso apresente algum sintoma procure seu ortopedista para uma avaliação. Agende sua consulta: (61) 3346-7270 (Asa Sul, Sort) / 3215-0000 (Asa Norte, Hospital Santa Helena). (RT: Dr. Raul Carlos Barbosa – ortopedista | CRM-DF 22110; RQE 15600)
A associação de calçados e joanetes gera muita discussão, e muitos especialistas concordam que alguns calçados podem exacerbar o problema, mantendo o hálux em uma posição de valgo. Sapatos de salto alto e bico fino são o ‘X’ da questão em relação não só à formação de desvios como o joanete, mas em relação à saúde dos pés femininos em geral. O bico fino faz com que o dedão se desvie e aperte o dedinho do pé, causando problemas variados como joanete e deformidade dos dedos menores, sendo considerado um fator extrinseco. É evidente que temos também fatores intrínsecos tais como herança genética, pé plano valgo (pé chato), frouxidão capsulo-ligamentar, doenças reumatológicas e forma digital. Cabe ressaltar que a cada 10 pacientes com hálux valgo (joanete) 9 serão do sexo feminino enquanto 1 será do sexo masculino, o que reforça a importância dos fatores extrínsecos na formação do joanete. (RT: Dr. Raul Carlos Barbosa – ortopedista | CRM-DF 22110; RQE 15600)

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Afecções pediátricas

O ortopedista trata diversas patologias que afetam crianças, como pé torto congênito, polidactilia e sindactilia.

– Pé torto congênito
A maioria dos casos de pé torto podem ser corrigidos até a oitava semana de vida. O tratamento consiste na manipulação adequada do pezinho do bebê por meio de uma aplicação semanal de gesso, sem cirurgias, seguida do uso temporário de uma órtese de botinhas sobre uma barra.

– Polidactilia e sindactilia
A polidactilia é caracterizada pelo aparecimento do “sexto dedo”, um apêndice cutâneo suspenso pelo dedo mindinho constituído apenas de tecido e osso, sem articulações. Nos casos mais comuns, a retirada pode ser realizada por meio de uma corda apertada ao dedo extra, que o faz soltar-se da base. Em casos mais complexos, no entanto, pode ser necessária uma cirurgia para retirá-lo.
Enquanto a sindactilia gera a união de dedos por ossos (completa) ou membranas (parcial). A correção desse defeito é realizada por meio de uma cirurgia, ocorrida entre os seis meses e dois anos de idade da criança.

Tratamento cirúrgico de deformidades do pé

Deformidades como pé plano ou cavo, joanete ou dedos em garra podem pedir tratamentos cirúrgicos. Para esses casos, a avaliação de um ortopedista especializado em pés é necessária para indicar o tratamento mais adequado.

– Hálux valgo (joanete)
O problema mais comum, quando analisamos o joanete, é o desvio do hálux (dedão do pé). O desvio do dedão do pé leva a uma projeção medial da cabeça do primeiro metatarso que, pelo atrito, pode gerar um quadro doloroso. Esta situação é agravada quando o paciente usa sapatos, principalmente os de bico fino e salto alto, porque a saliência óssea inflamada esfrega-se contra o interior do sapato, criando um ciclo vicioso de inflamação e dor.

– Pé plano
O pé plano é uma das variações de altura do arco do pé, caracterizado pelo contato de toda a sola com o chão. Esse tipo de pé pode gerar pronação ao caminhar, o que concentra todas as pressões em sua parte interna.

– Pé cavo
O pé cavo possui arcos mais altos, o que gera uma área de apoio menor e, consequentemente, a sobrecarga do calcanhar e dos metatarsos. Esse tipo de pé está relacionado à supinação (usar mais a parte da frente), fascite plantar, metatarsalgias e dores no calcanhar.

– Dedos em garra
Também conhecido como dedo em martelo, o dedo em garra é causado por uma lesão no tendão ou no osso da ponta do dedo, uma consequência do colapso de articulações dos dedos. Além do desconforto estético, a deformação gera uma pressão dolorosa no pé, que, em contato com o calçado, cria dificuldades no caminhar.

Peles e anexos

A ortopedia e traumatologia também trata doenças relacionadas à pele e anexos, como lesões do leito ungueal e unhas encravadas.

– Lesões do leito ungueal
O leito ungueal é a estrutura posicionada abaixo das unhas. Devido a sua localização nas extremidades do corpo, o leito ungueal está constantemente exposto a lesões como traumas diretos, laceração, compressão ou esmagamento.

– Unhas encravadas
O problema da unha encravada ou onicocriptose ocorre quando a borda da unha cresce e perfura a pele do dedo, causando dor, inchaço, vermelhidão e até infecção. O ortopedista é um dos profissionais aptos a tratar unhas encravadas.

Tratamento de lesões ligamentares

As lesões ligamentares do tornozelo geralmente ocorrem durante a prática esportiva. Na maioria dos casos, o tratamento adequado consiste no imediato repouso, compressão e elevação após a lesão.

Artroscopia do tornozelo

A artroscopia do tornozelo é uma cirurgia minimamente invasiva, em que se realiza pequenas incisões por onde passarão os instrumentos cirúrgicos e a câmera. É uma técnica indicada para casos de lesões intra-articulares ou na cartilagem do tornozelo; retiradas de fragmentos do interior do tornozelo; extração de proeminências e deformidades ósseas; diagnóstico e tratamento de sinovites e tumores sinoviais; tratamento da dor na artrose do tornozelo; e tratamento da instabilidade ligamentar do tornozelo.

Tratamento do pé diabético

O portador de diabetes mellitus pode sofrer de má circulação dos membros inferiores devido ao estreitamento de suas artérias, um problema decorrente do nível glicêmico fora do padrão. A consequência mais grave disso é o surgimento de uma ferida no pé, que não cicatriza e infecciona, tornando-se uma úlcera diabética. O tratamento de um ortopedista é fundamental para se verificar os ossos do pé e prevenir a formação de calos e machucados.

Tendões

Os tendões participam da ligação entre músculos e ossos, permitindo, assim, a realização de movimentos e o equilíbrio estático. Além de gerar dor, problemas como lesões do tendão de Aquiles e tendões fibulares comprometem funções essenciais do corpo humano.

– Lesões do tendão de Aquiles
O tendão calcâneo, popularmente conhecido como tendão de Aquiles, é a estrutura que liga os músculos da panturrilha ao osso do calcanhar. Responsável pelo impulso da passada, o movimento de erguer-se pela ponta dos pés e o salto, o tendão de Aquiles é resistente, mas sujeito a lesões durante a prática de esportes.

– Tendões fibulares
A inflamação dos tendões é chamada de tendinite e, quando ocorrida sobre os tendões fibulares, estruturas responsáveis pela estabilização e equilíbrio lateral do tornozelo, bem como pela flexão plantar e eversão (mover lateralmente) do pé, gera inchaços e dores ao movimento e palpação local.

Fraturas

Devido a sua localização, o pé está sujeito a frequentes fraturas, que podem variar de simples traumas nos dedos a fraturas com sequelas. Em traumas estáveis, o tratamento conservador de repouso, compressão e elevação pode ser utilizado. Mas, no tratamento de casos instáveis como fratura de dois ossos ou com lesão ligamentar associada, a intervenção cirúrgica pode ser indicada.